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Manifestantes realizam ato contra Temer em Vitória


Representantes de movimentos sociais capixabas protestam nesta quinta-feira (18), após as denúncias de que o presidente Michel Temer (PMDB) teria comprado o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB) na prisão. A concentração começou às 17 horas, no campus da Universidade Federal do Espírito Santo, em Goiabeiras, Vitória. A previsão é de que o grupo siga para a Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), onde haverá um evento simbólico.

21h27 - O ato terminou por volta das 21h20

20h35 - Grupo começa a se dispersar no ponto final, na Ales

20h16 - Manifestantes se reúnem na escadaria da Assembleia Legislativa e Givaldo Vieira se pronuncia no trio. Segundo ele, a oposição no Congresso vai fazer de tudo para que tramite o processo de impeachment e que as reformas fiquem paradas.

19h59 - Manifestantes chegam em frente à Assembleia

19h40 - Grupo chega ao cruzamento com a Rio Branco

19h35 - Em frente à Assembleia Legislativa, há um cordão de isolamento feito por PMs

19h05 - Manifestantes seguem na Reta da Penha

18h47 - Manifestantes seguem na Ponte da Passagem, sentido Centro. Eles ocupam todas as faixas. Polícia Militar estima que são cerca de 250 pessoas no ato

17h57 - Um carro da Guarda Municipal e um da Polícia Militar acompanham a manifestação. O grupo continua concentrado na Ufes.

17h55 -

17h33 - Paulo Cezar Delboni, professor universitário. "Os fatos são inegáveis. Há provas materiais de que Temer não pode continuar à frente do país. Na verdade, ele nunca pode. Agora a situação é insustentável. O mais correto seria a renúncia. Se ele não quiser, a população vai pra rua pedir a saída dele e as eleições diretas".

17h31 - Felipe Vasconcelos, sociólogo, avalia que o presidente não renunciou porque ainda quer se sentir mais seguro para fazer isso. Ele diz que é inevitável a queda de Temer e que é preciso a realização de eleições diretas porque o Congresso não teria legitimidade para realizar uma eleição indireta.

17h29 - Vinicíus Tomaz Fernandes, 24 anos, mestrando em Políticas Públicas. " A gente tinha expectativa de que ele renunciasse hoje, no entanto ele opta por ficar pela proteção pelo cargo. Mas nossa expectativa são 3 ações para o próximo período: primeiro derrubar o Temer. Em seguida conseguir assegurar eleições diretas e também barrar as formas que era a luta que a gente estava tocando nos últimos meses".

17h27 - Jonas Lube, presidente estadual da União da Juventude Socialista diz que esta quarta-feira (17) foi o estopim para que o povo vá para a rua derrubar o governo de Michel Temer. Acredita que com a pressão popular o presidente irá renunciar ou acontecerá o impeachment.

17h11 - Cerca de 20 manifestantes estão concentrados em frente ao Teatro Universitário

Entre as entidades que afirmaram apoio ao protesto estão a Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo, além de outras frentes sindicais e movimentos sociais. Para o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Jasseir Fernandes, Temer já não reúne condições para se manter no cargo.

"Depois das notícias que saíram, ele se tornou ainda mais ilegítimo. Não foram delações, o que se tem agora são gravações muito graves, que é uma prova mais contundente. Não queremos que o Congresso, com um monte de deputados e senadores sendo investigados na Lava Jato, conduza o próximo presidente. Queremos eleições diretas. Diretas já", pontuou.

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